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Projeto do RN é finalista de prêmio internacional da Unesco voltado à educação de meninas

Iniciativa “Meninas no Espaço”, coordenada pela UFRN, foi uma das três candidaturas brasileiras selecionadas para representar o país na etapa internacional da premiação.


Projeto do RN é finalista de prêmio internacional da Unesco voltado à educação de meninas

O Rio Grande do Norte ganhou destaque internacional na área da educação após o projeto “Meninas no Espaço”, coordenado pela professora Mariana Rodrigues de Almeida, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ser selecionado para representar o Brasil na etapa internacional do Prêmio Unesco para a Educação de Meninas e Mulheres.

A iniciativa potiguar está entre as três candidaturas brasileiras escolhidas para disputar a premiação, considerada uma das mais importantes do mundo voltadas ao fortalecimento da educação feminina e à ampliação do acesso de meninas e mulheres ao ensino, à ciência e à inovação.

Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e do Lazer do Rio Grande do Norte (SEEC/RN) e a Agência Espacial Brasileira (AEB), o projeto busca incentivar estudantes da rede pública estadual a ingressarem nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática — conhecidas internacionalmente pela sigla STEAM.

O “Meninas no Espaço” promove ações de incentivo à pesquisa científica, oficinas, experiências educacionais e atividades ligadas ao setor aeroespacial, estimulando a participação feminina em áreas historicamente ocupadas majoritariamente por homens.

A indicação brasileira integra uma etapa técnica da premiação internacional. Conforme as regras da Unesco, cada país pode encaminhar até três projetos por edição do prêmio. As candidaturas são submetidas oficialmente em inglês ou francês e passam pela avaliação de um júri internacional independente formado por especialistas da área educacional.

Entre os critérios analisados pela comissão avaliadora estão impacto comprovado, inovação, sustentabilidade, potencial de replicação e alcance social das iniciativas. Outro requisito é que os projetos estejam em funcionamento há pelo menos dois anos.

A seleção do projeto potiguar reforça o protagonismo do Rio Grande do Norte no desenvolvimento de ações voltadas à educação, inclusão e incentivo à presença feminina na ciência e na tecnologia.




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