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Natal,05/03/2026

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    Vorcaro é preso em nova fase da PF

    Empresário e dono do Banco Master foi preso novamente em São Paulo após decisão do ministro André Mendonça, do STF, por suspeita de tentativa de obstrução das investigações.


    Vorcaro é preso em nova fase da PF Daniel Vorcaro, dono do Banco Master • Reprodução

    O empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso novamente nesta quarta-feira (4) durante uma nova fase da operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal (PF). A prisão ocorreu em São Paulo após determinação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Vorcaro já havia sido preso em novembro de 2025, durante a primeira fase da operação. Na ocasião, ele acabou sendo liberado posteriormente, mas permaneceu sob medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.

    De acordo com informações apuradas pela CNN Brasil, a nova prisão foi motivada por suspeitas de que o empresário teria tentado interferir nas investigações relacionadas ao Banco Master. As autoridades investigam uma possível ofensiva contra pessoas envolvidas no caso, incluindo testemunhas.

    Nova fase da operação

    A Polícia Federal informou que a nova etapa da operação tem como objetivo aprofundar as investigações sobre a possível atuação de uma organização criminosa ligada a crimes financeiros.

    Entre os crimes investigados estão:



    • ameaça




    • corrupção




    • lavagem de dinheiro




    • invasão de dispositivos informáticos



    As apurações contam também com o apoio técnico do Banco Central.

    Ao todo, estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

    Bloqueio bilionário de bens

    Além das prisões e buscas, a Justiça determinou medidas para impedir a movimentação de recursos ligados ao grupo investigado.

    Segundo a Polícia Federal, também foram executadas ordens de:



    • afastamento de cargos públicos




    • sequestro e bloqueio de bens



    O valor total bloqueado pode chegar a R$ 22 bilhões, com o objetivo de preservar ativos que podem estar relacionados às supostas práticas ilícitas investigadas.















    As autoridades afirmam que a operação busca interromper possíveis esquemas financeiros irregulares e garantir o avanço das investigações.




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