Criador da Choquei é preso em operação da Polícia Federal
Influenciador com página de 27 milhões de seguidores é alvo de investigação por suspeita de lavagem de dinheiro em esquema bilionário.
- Por PORTAL CLUBE NEWS
15/04/2026 - 15h34
O influenciador digital Raphael Sousa Oliveira, conhecido por criar a página Choquei, foi preso nesta quarta-feira (15) durante uma operação da Polícia Federal (PF) que investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e transações ilegais. A página, que reúne mais de 27 milhões de seguidores no Instagram, tornou-se uma das maiores plataformas de conteúdo sobre celebridades e cultura pop no Brasil.
Segundo as investigações, Raphael é sócio-administrador de duas empresas ligadas à operação da página Choquei, ambas registradas em Goiânia. De acordo com dados da Receita Federal, a primeira empresa foi criada em 2019, período que marcou o crescimento da página, enquanto a segunda foi aberta dois anos depois, ampliando a estrutura do negócio digital.
Operação investiga esquema bilionário
A prisão ocorreu no âmbito de uma operação da Polícia Federal que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro estimado em mais de R$ 1,6 bilhão. A ação também teve como alvos outros nomes conhecidos do público, como os cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além do empresário Chrys Dias.
O perfil Choquei ganhou projeção nacional ao publicar conteúdos relacionados ao universo das celebridades, bastidores da televisão e acontecimentos do entretenimento. Além da página principal, Raphael também mantém um perfil pessoal com cerca de 1,4 milhão de seguidores, onde compartilha registros de viagens internacionais e compromissos profissionais.
Influência digital e alcance nas redes
Com forte presença nas redes sociais, a página Choquei se consolidou como um canal de grande alcance e engajamento, tornando-se um ativo relevante no mercado digital brasileiro. O perfil frequentemente divulga conteúdos virais e notícias relacionadas ao mundo artístico, o que contribuiu para sua rápida expansão em audiência.
A Polícia Federal não divulgou detalhes adicionais sobre as medidas judiciais adotadas contra os investigados, e o caso segue sob apuração.




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