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UFRN vira alvo de representação no MPF após performance com nudez explícita financiada pela Lei Aldir Blanc

Vereador pede investigação sobre apresentação artística realizada em espaço de circulação pública da UFRN e solicita suspensão de repasses ligados ao projeto cultural.


UFRN vira alvo de representação no MPF após performance com nudez explícita financiada pela Lei Aldir Blanc

Uma performance artística realizada em um espaço público da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) passou a ser alvo de representação no Ministério Público Federal (MPF) após repercussão envolvendo cenas de nudez explícita durante a apresentação. O caso ganhou destaque após o vereador Matheus Faustino (União Brasil) protocolar pedido de investigação questionando a realização do espetáculo em uma área de ampla circulação dentro da instituição.


Segundo o parlamentar, embora o evento tivesse classificação indicativa para maiores de 18 anos, o local escolhido dificultaria o controle de acesso de menores de idade. Na representação encaminhada ao MPF, o vereador solicita a suspensão cautelar de pagamentos e repasses públicos relacionados ao projeto até a conclusão das apurações.


O espetáculo recebeu financiamento por meio dos editais de Fomento à Dança e Apoio à Cultura Negra, vinculados à Política Nacional Aldir Blanc. A iniciativa contou com recursos e apoio da Fundação José Augusto, Secretaria Estadual de Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal.

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Entre os pedidos apresentados ao Ministério Público estão diligências para apurar como ocorreu o controle de entrada do público durante a apresentação. O documento também solicita que a UFRN e o Departamento de Artes encaminhem relatórios de acesso ao evento, além da identificação dos responsáveis pela fiscalização da entrada de pessoas no espaço.


A representação ainda pede a íntegra do projeto cultural aprovado nos editais da Lei Aldir Blanc, bem como o envio do processo administrativo completo de autorização junto à Secretaria de Cultura e à Fundação José Augusto.


Outro ponto levantado pelo vereador envolve possível violação ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em razão da realização do espetáculo em uma área considerada de circulação pública dentro da universidade. O pedido inclui a abertura de Inquérito Civil Público para investigar eventuais irregularidades administrativas e possível divergência entre o conteúdo aprovado no projeto cultural e a apresentação realizada.


Caso sejam identificadas inconsistências durante a investigação, a representação também solicita análise sobre eventual ressarcimento de recursos públicos. O caso agora aguarda manifestação e análise do Ministério Público Federal.




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